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UE propõe reduzir em até 60% taxas agrícolas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A União Européia deve oferecer cortes de até 60% nas tarifas mais altas de importação agrícola, em uma tentativa de chegar a um acordo sobre comércio internacional até dezembro, o prazo previsto na rodada de Doha. Estes seriam os cortes mais altos já propostos pela União Européia. A UE também propõe cortes que variam entre 35% e 60% nas tarifas de importação mais baixas, mas, segundo o comissário de comércio europeu, Peter Mandelson, a oferta está condicionada a outros acordos. A União Européia descreveu os cortes como "substanciais" e afirmou que eles tornariam o mercado europeu mais acessível aos produtores agrícolas internacionais. A França, no entanto, ainda não deu o selo de aprovação à oferta. Na quinta-feira, em um encontro na Inglaterra, o presidente francês Jacques Chirac reclamou que Mandelson está indo além de seu mandato de negociador, e advertiu que a França não vai abrir mão de seus benefícios. A oferta será apresentada aos países negociadores - Brasil, Austrália, Índia e Estados Unidos - nesta sexta-feira à tarde, em uma teleconferência. |
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