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Grã-Bretanha quer mais produção de petróleo da Opep | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Economia da Grã-Bretanha, Gordon Brown, pediu à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que aumente a sua produção. Em discurso na confederação de trabalhadores do país, a TUC, nesta terça-feira, Brown disse que o aumento dos preços do petróleo é um risco econômico e defendeu um aumento de produção de 500 mil barris por dia. "É por entendermos os problemas enfrentados por caminhoneiros, produtores rurais e motoristas em um momento em que os preços do petróleo dobraram (...) que a primeira coisa a fazer é atacar a causa do problema, garantindo que uma ação orquestrada global seja tomada para reduzir os preços do petróleo no mercado mundial e estabilizar o mercado a longo prazo", disse Brown. O ministro quer que os países produtores de petróleo invistam na ampliação da capacidade de produção parte do grande volume de divisas que estão obtendo com o aumento dos preços. Ele também defendeu aumento dos esforços em encontrar alternativas não-poluentes e que o Banco Mundial crie um fundo para ajudar os países em desenvolvimento a fazer a mesma coisa. Protestos Brown também defende que o Fundo Monetário Internacional (FMI) crie um fundo de assistência aos países mais pobres para enfrentar os aumentos do petróleo. Esse fundo seria financiado em parte pelos países da Opep, segundo ele. Estão programados para esta semana na Grã-Bretanha três dias de protestos contra o aumento de mais de 20% dos preços de combustíveis no país nos últimos meses. Em 2000, os manifestantes organizaram protestos semelhantes e bloquearam refinarias, provocando escassez generalizada de derivados de petróleo na Grã-Bretanha. |
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