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Chávez ameaça suspender venda de petróleo aos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ameaçou suspender as exportações de petróleo do seu país aos Estados Unidos por causa da crescente tensão entre os dois governos. A declaração foi feita durante um discurso em um festival juvenil em Caracas. A Venezuela, o quinto maior produtor de petróleo no mundo, exporta cerca de 1,3 milhão de barris por dia para os Estados Unidos. "Ao invés de ir para os Estados Unidos, o petróleo venezuelano pode ir para outro lugar", disse Chávez. Ele descreveu as ações do governo americano como "agressivas" – a tensão entre Venezuela e Estados Unidos aumentou depois que o presidente venezuelano acusou Washington de espionar o seu governo. Os Estados Unidos negam tal acusação e dizem que Caracas não está cooperando na luta contra o tráfico de drogas. Preços As declarações do presidente venezuelano não chegaram a ter um impacto significativo no mercado. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o preço do petróleo cru para entrega em setembro abriu em baixa, chegando a recuar até US$ 66,22 no pregão desta segunda-feira, mas voltou a subir no decorrer do dia. A boa notícia de que algumas refinarias nos Estados Unidos foram reabertas animou os investidores – elas haviam sido fechadas por causa da temporada de furacões e tempestades tropicais. Em Londres, a cotação do petróleo do tipo Brent para entrega em setembro caía para US$ 66,45 o barril após ter atingido o recorde de alta de US$ 66,50 na sexta-feira. |
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