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Déficit comercial dos EUA dispara com petróleo alto | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Novos dados divulgados pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos nesta sexta-feira indicam que o déficit comercial do país aumentou 6,1% em junho. Com o aumento, impulsionado pela atual alta nos preços do petróleo, o déficit chegou a US$ 58,8 bilhões (R$ 138 bilhões). A cifra supera as expectativas do mercado. Analistas haviam previsto que o déficit americano ficaria na casa de US$ 57,3 bilhões. Ainda nesta sexta-feira, pela primeira vez, o preço do barril de petróleo chegou a atingir os US$ 67 no mercado nova-iorquino, antes de recuar um pouco para fechar em US$ 66,80. Dinâmica O gasto americano com importação de petróleo chegou ao nível recorde de US$ 19,9 bilhões em junho, com um preço médio de US$ 44,40 por barril. Ao todo, as exportações americanas somaram US$ 106,8 bilhões no mesmo mês, um valor recorde, mas as importações subiram ainda mais, chegando a US$ 165,8 bilhões. “O buraco comercial foi um pouco maior do que o esperado em junho, mas a dinâmica foi mais ou menos a que se esperava”, disse Patrick Fearon, um economista da AG Edwards and Sons. “As importações foram impulsionadas pelo petróleo.” Analistas têm dito que os altos preços do petróleo podem afetar o crescimento da economia americana, uma vez que os custos estão ficando mais elevados tanto para as empresa quanto para os consumidores. |
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