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Atualizado às: 11 de agosto, 2005 - 10h16 GMT (07h16 Brasília)
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Petróleo bate novo recorde; alta em 12 meses é de 43%
Refinaria de petróleo
Problemas em refinarias nos EUA provocaram queda nos estoques
Continuando o ritmo de alta que começou no primeiro dia deste mês, os preços do petróleo atingiram novo recorde nesta quinta-feira, com o barril de petróleo cru passando dos US$ 65 no mercado asiático.

O barril de petróleo cru nos Estados Unidos fechou a quarta-feira cotado a US$ 65,23 e o preço já chegou ao mercado asiático na manhã desta quinta-feira.

Em Londres, o barril do tipo Brent ficou 10 centavos mais caro, subindo para US$ 64,09 nesta quinta-feira.

Antes disso, o produto já tinha atingido o preço recorde de US$ 64,57, depois de superar os US$ 64 pela primeira vez no dia anterior.

Os preços do petróleo estão 43% mais altos do que há um ano e começaram a subir depois da morte do rei Fahd, da Arábia Saudita, no dia 1º de agosto, o que aumentou os temores de possíveis ataques e colocou em dúvida a capacidade de o maior produtor de petróleo do mundo garantir o fornecimento do produto.

A preocupação do mercado aumentou no dia 8 de agosto, quando os Estados Unidos fecharam sua embaixada na Arábia Saudita e autoridades britânicas alertaram para o risco "alto" de ataques terroristas.

Incerteza

O Irã também vem causando preocupação crescente, depois de romper os lacres remanescentes na usina nuclear de Isfahan, o que permite com que as atividades de conversão de urânio no complexo sejam completamente retomadas.

Depois da Arábia Saudita, o Irã é o maior produtor de petróleo que integra a Opep, a organização que reúne a maioria dos grandes exportadores do produto.

Os prédios da embaixada americana na Arábia Saudita foram reabertos nesta quarta-feira, mas autoridades da Grã-Bretanha e da Austrália continuam dizendo aos turistas que a possibilidade de ataques ainda existe e que o país deve ser evitado.

Nos Estados Unidos, a interrupção na produção de algumas refinarias – causada por incêndios e reformas – ajudou a diminuir os estoques de gasolina nos Estados Unidos em 2,1 milhões de barris, numa época de forte demanda doméstica.

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