|
Bolsas do mundo todo operam em queda nesta segunda | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As Bolsas na Ásia fecharam em queda nesta segunda-feira e, na Europa, elas também operam em baixa, dando sinais de que podem chegar aos níveis mais baixos dos últimos meses. Nos Estados Unidos, os mercados futuros indicam que Wall Street também abrirá em queda. A origem desse movimento é a crescente preocupação com a saúde da economia americana, combinada com queda nas ações de empresas de tecnologia. Em Tóquio, a venda de ações se acelerou por causa da preocupação dos investidores com o impacto do terceiro fim de semana de protestos anti-Japão na China, um mercado-chave para a economia da Ásia. O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio caiu 3,8%, chegando a seu nível mais baixo dos últimos quatro meses. Efeito Na Europa, as bolsas começaram a cair em reação à queda em Wall Street da sexta-feira. Na sexta-feira, o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York sofreu a maior queda em um único dia dos últimos dois anos, atingido por resultados negativos da IBM. A queda nos Estados Unidos derrubou as ações do setor de tecnologia na Europa, um movimento reforçado pelos resultados considerados ruins da Philips divulgados nesta segunda-feira. Nem mesmo os preços do petróleo, abaixo dos US$ 50 o barril, estimularam os investidores. "À medida que a desaceleração nos Estados Unidos liderada pelo consumo se reflete no resto do mundo, a questão principal passa a ser qual a sua intensidade e duração, que vai depender dos preços do petróleo, resultado das empresas, juros internacionais e economia chinesa", diz o relatório diário do JP Morgan para seus clientes. Na metade da manhã, o índice DAX da Bolsa de Frankfurt, na Alemanha, estava em queda de 2,5%. Na França, o índice CAC da Bolsa de Paris caía 2,09%. Na Grã-Bretanha, o índice FTSE da Bolsa de Londres estava em queda de 1,77%, chegando ao nível mais baixo em três meses. O índice FTSEurofirst300, formado pelas principais ações na Europa caía 1,9%, chegando ao seu nível mais baixo desde o início de fevereiro. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||