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Planos de greve na Nigéria pressionam mercado de petróleo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A maior central sindical nigeriana planeja outra greve geral em protesto contra o aumento dos preços de combustíveis no país. O presidente do Congresso Trabalhista Nigeriano (CTN), Adams Oshiomhole, disse que a paralisação deve começar em 16 de novembro. Líderes do CTN querem afetar as exportações do petróleo nigeriano. Eles chamam a empresa anglo-holandesa Shell, que exporta metade da produção do país, de "inimigo do povo da Nigéria". A Shell já tentou impedir dois sindicatos de fazerem greve. O preço do barril chegou a subir nesta segunda-feira por causa dos rumores da paralisação, mas foi cedendo ao longo do dia, fechando abaixo dos 50 dólares em Nova York pela primeira vez em um mês. Exportações A Shell responde por cerca de metade dos 2,5 milhões de barris exportados diariamente pela Nigéria. A alta de preços, entretanto, é creditada ao governo nigeriano, que cortou subsídios dos combustíveis. A última greve armada pela central sindical, entre 11 e 14 de outubro, fechou bancos, comércio e prédios públicos, mas não atingiu as exportações de petróleo. O país é o sétimo maior produtor de petróleo do mundo, e o quinto fornecedor do produto aos Estados Unidos. |
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