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Emprego nos EUA cresce em ritmo mais forte | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ritmo de criação de empregos nos Estados Unidos acelerou-se rapidamente no mês passado, reforçando esperanças de que a economia está se fortalecendo. Foram criadas 144 mil vagas em agosto - um aumento acentuado em relação ao mês anterior, de 32 mil, segundo dados do Departamento do Trabalho. As previsões eram de 150 mil novos empregos. O Departamento do Trabalho também disse que foram criados 59 mil empregos a mais em junho e julho do que se imaginava. O índice de desemprego caiu 0,1%, chegando a 5,4%, seu nível mais baixo em quase três anos. Eleição Os dados possivelmente serão aplaudidos por George W Bush. Desde que ele chegou à Casa Branca, em 2000, houve um fechamento de vagas em larga escala no país. John Kerry, seu oponente democrata nas eleições presidenciais de novembro, tentou capitalizar o desempenho ruim de Bush nessa área. A economia americana gerou cerca de 1,7 milhões de empregos desde agosto do ano passado, compensando parcialmente as estimadas 2,7 milhões de demissões durante um período mais crítico, em 2001 e 2002. Analistas de Wall Street disseram que a encorajadora notícia da criação de novos empregos ajudou a neutralizar o impacto de vendas menores do que o previsto de produtos da gigante Intel. O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York abriu 7 pontos mais alto, em 10.297. Segundo os analistas, a economia precisa de mais cerca de 150 mil novos empregos até o fim do mês para acompanhar o crescimento populacional. A melhoria das previsões na área de empregos nos Estados Unidos dá mais espaço para que o banco central americano eleve as taxas de juros. |
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