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Consumidor tem maior confiança em dois anos nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O índice de confiança do consumidor chegou em julho ao nível mais alto em mais de dois anos, de acordo com estimativas divulgadas nesta terça-feira. De acordo com a Conference Board, entidade privada que realiza o levantamento mensal, o índice chegou a 106,1, contra 102,8 no mês anterior. O motivo do aumento, segundo os analistas, é a maior disposição das empresas em contratar novos funcionários. O levantamento mostra que 26% das pessoas acham que está difícil arranjar um emprego – uma pequena queda em relação a junho –, enquanto 19,8% acham o contrário – um aumento de 1,5 ponto percentual. Melhoria A diretora do centro de pesquisas sobre consumo do Conference Board, Lynn Franco, disse que o índice de confiança do consumidor deve continuar com boa performance, contanto que “o mercado de trabalho não dê uma piorada”. Julho foi o quarto mês consecutivo em que a entidade encontrou evolução no índice, que chegou ao valor mais alto desde junho de 2002. De acordo com analistas, isto se deve ao fato de que as pessoas estão começando a consumir mais por acreditaram que a economia está no caminho certo e deve melhorar no futuro. “Os consumidores estão mais confiantes não só a respeito da situação atual, mas também das perspectivas para o futuro”, disse Gary Thayer, economista-chefe do banco AG Edwards & Sons, nos Estados Unidos. Economistas consideram o índice importante porque os gastos dos consumidores constituem dois terços da economia americana. |
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