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FMI lançou 15 milhões na pobreza, diz Kirchner | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Argentina, Néstor Kirchner, disse nesta sexta-feira que alguns erros cometidos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) levaram cerca de 15 milhões de pessoas à pobreza no país. A afirmação de Kirchner feita depois da divulgação de um relatório independente que criticou o fundo por sua atuação nos anos que antecederam o colapso econômico na Argentina, no final de 2001. O ministro da economia argentino, Roberto Lavagna, disse que o FMI deve dividir com o país a dor que os equívocos causaram. Em uma carta que enviou à diretoria do fundo, Lavagna disse que reconhecer erros é apenas um início. Contas O segundo passo, segundo o ministro, seria dividir com a Argentina a prestação de contas em decorrência da crise e suas conseqüências. O relatório, preparado pelo escritório de avaliação independente do FMI, critica o fundo por não ter pressionado a Argentina o suficiente para que o país seguisse suas recomendações. O documento, entretanto, diz que a culpa pela crise econômica recai sobre as autoridades argentinas. |
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