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Yukos continua a vender petróleo e cotação cai | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A notícia de que a gigante de petróleo russa Yukos não vai interromper sua produção provocou a queda do preço do petróleo. O barril de petróleo cru para entrega em setembro tinha alcançado o preço de US$ 43,05 no pregão de Nova York, o valor mais alto de todos os tempos. Na manhã desta quinta-feira, o valor já havia recuado para US$ 42,60. Na Grã-Bretanha, o preço do barril de petróleo do tipo Brent diminuiu em 43 centavos de dólar. O declínio começou a ser registrado na Ásia, revertendo a rápida alta causada pela decisão das autoridades russas de ordenar que a empresa suspendesse a exportação do produto. Mas o Ministério da Justiça do país disse que a Yukos pode continuar a produzir e vender o petróleo. Disputa Analistas, entretanto, dizem que a estabilidade não deve durar dada a incerteza de abastecimento no mercado global. Tom James, analista da Global Change Associates, disse à BBC que, com os países importadores de petróleo começando a fazer seus estoques para o inverno, os preços se tornam vulneráveis a sinais de redução da oferta. "Qualquer interrupção na oferta de petróleo produz um efeito imediato no mercado", diz James. A Rússia é o país com o segundo maior volume de exportação de petróleo, atrás apenas da Arábia Saudita. A Yukos responde por 20% da produção nacional. |
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