|
Justiça russa aumenta pressão sobre Yukos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Oficiais de Justiça russos confiscaram nesta sexta-feira computadores de uma companhia que presta serviços à Yukos, aumentando a pressão sobre a empresa que é acusada de estar devendo US$ 3,4 bilhões em impostos. Os computadores foram levados dos escritórios da companhia M-Reyestr, de Moscou, encarregada de gerenciar o registro de acionistas da Yukos. Duas contas bancárias que a Yukos tinha na região da Sibéria e que ainda não haviam sido bloqueadas também foram colocadas sob controle das autoridades. As autoridades devem realizar uma avaliação dos bens da Yukos nos próximos dias. Política Ainda nesta sexta-feira, o ministro das Finanças da Rússia, Alexei Kudrin, disse que não motivo para dar à Yukos mais tempo para pagar sua dívida. Kudrin completou dizendo que a companhia tem bens que pode vender para fazer o pagamento. De acordo com o correspondente da BBC em Moscou Damian Grammaticas, oficiais de justiça disseram que não querem paralisar a produção de petróleo da Yukos, vital para a economia russa, e por isso propriedades e campos de petróleo ainda não estão sendo confiscados. Grammaticas disse que muitos no país acreditam que o cerco à Yukos é um pretexto, pois o governo estaria na verdade tentando arruinar o principal acionista da empresa, Mikhail Khodorkovsy. O empresário, que está preso, tentou usar seu poder para desafiar o governo, explicou o correspondente. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||