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Economia da China sofre leve desaceleração | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A economia chinesa sofreu uma desaceleração inesperada no segundo trimestre deste ano. O seu Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 9,6% nos últimos 12 meses, uma redução com relação aos 9,8% registrados ao final do primeiro trimestre. A notícia indica que as limitações impostas pelo governo aos empréstimos e outras medidas para conter investimentos podem estar funcionando. Os bancos receberam ordens de manter mais dinheiro em suas reservas, disponibilizando quantias menores para empréstimos. Analistas esperavam que o PIB crescesse em 10,5%. Investimentos externos "É mais baixo do que esperávamos – mas não de forma dramática, não acreditamos que isso seja sinal de uma aterrissagem forçada", disse Ben Simpfendorfer, economista do banco de investimentos JP Morgan. No início da semana foram divulgados dados mostrando que não há sinais de redução nos investimentos externos na China. Apesar dos esforços do governo de Pequim para conter o rápido crescimento econômico, o país recebeu só no mês passado quase US$ 8 bilhões em investimentos externos diretos. As empresas estrangeiras têm sido atraídas pela mão-de-obra barata e pelos sinais positivos de crescimento da economia. |
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