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Preço do petróleo tem maior alta em um mês | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O preço do petróleo chegou nesta terça-feira ao patamar mais alto em um mês. O aumento foi impulsionado por temores a respeito do Iraque, Nigéria e Rússia - três dos maiores fornecedores do produto. O preço do barril chegou a US$ 39,65 em Nova York – um aumento de US$ 1,26 em relação ao pregão anterior. Em Londres também foi registrado aumento. O barril do tipo Brent fechou a terça-feira cotado a US$ 37,06, US$ 0,76 a mais do que na segunda-feira. Sabotagem No Iraque, o fornecimento foi afetado pela sabotagem de um importante oleoduto no fim de semana, o que cortou exportações do país pela metade por alguns dias. O mercado também foi afetado pela crise entre a empresa Yukos, gigante petrolífera da Rússia, e o governo do país. A Yukos, responsável por 20% das exportações de petróleo do país, corre o risco de ter de pagar US$ 7 bilhões em impostos atrasados, com a primeira parcela vencendo nesta quarta-feira. A Yukos está à beira da falência e já deu o calote em uma dívida de US$ 1 bilhão com credores privados ocidentais. Já na Nigéria, a multinacional francesa Total suspendeu suas operações devido a uma disputa trabalhista com um sindicato de trabalhadores no setor. |
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