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FMI completa revisão do acordo com o Brasil | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Fundo Monetário Internacional (FMI) completou sétima revisão do acordo com o Brasil e liberou o saque de mais US$ 1,3 bilhão para o país. O fundo ressalva, no entanto, que “autoridades brasileiras já deram indicações de que não pretendem fazer novos saques e que o atual acordo é visto como uma precaução.” Autoridades brasileiras também já afirmaram em diversas ocasiões que não pretendem assinar um novo acordo com fundo quando o atual - iniciado em dezembro de 2003 - expirar no fim do ano. Durante a vigência do programa, o Brasil sacou cerca de US$ 25,2 bilhões. Crescimento Em uma declaração oficial, a vice-diretora do FMI, Anne Krueger, elogiou os fundamentos da economia brasileira. “Depois de dois trimesters consecutivos com taxas de crescimento anualizadas em torno de 6%, a recuperação da atividade econômica parece estar agora firmemente estabelecida. O desempenho das exportações continua impressionante e demanda doméstica também está se fortalecendo.” Mas Anne Krueger também chamou a atenção para a necessidade de “mais reformas estruturais, para sustentar o crescimento”. “Os esforços do governo para melhorar a intermediação financeira e melhorar o ambiente de negócios são passos positivos. Iniciativas para reduzir o grau de informalidade também vai ajudar no aumento da produtividade no Brasil.” |
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