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Atualizado às: 11 de junho, 2004 - 23h41 GMT (20h41 Brasília)
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Alto do petróleo não muda meta de inflação, diz Meirelles

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles
Meirelles disse que, em valores anualizados, Brasil cresceu 6,5% no primeiro trimestre
O presidente do BC (Banco Central), Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira em Nova York que uma eventual alta ainda maior nos preços internacionais do petróleo não deverá pressionar as metas de inflação do país.

"Nossos modelos do Copom (Comitê de Política Monetária, órgão ligado ao BC responsável por ajustes na taxa de juros) prevêem uma subida na bomba de gasolina de até 11%, o que é uma margem relativamente confortável", afirmou.

Meirelles reiterou que acha "improvável", porém, que os preços do petróleo tenham um aumento nesse patamar. Ele também voltou a dizer que os fundamentos da economia nunca estiveram tão sólidos na história do país.

"O Brasil está crescendo e continua crescendo. Estamos na direção do crescimento sustentado", afirmou.

Crescimento

O presidente do BC disse que, em valores anualizados, o Brasil cresceu 6,1% no último trimestre de 2003 e 6,5% no primeiro trimestre de 2004.

Questionado se a meta do Ministério da Fazenda de crescer 3,5% indicaria que a economia do país deve ter uma desaceleração, Meirelles disse que "não trabalha com a noção de pico de atividade econômica".

"O importante é que atinjamos o crescimento com solidez para lançarmos as bases para o crescimento nos próximos anos e décadas", disse.

 É importante que a economia brasileira saia da dinâmica de arrancadas e freadas que aconteceram no passado.
Henrique Meirelles

Sobre o cenário internacional negativo, com o aumento das taxas de juros britânicas e a possibilidade de aumento nos Estados Unidos, o presidente do Banco Central afirmou que isso "seria uma volta à normalidade dos mercados internacionais".

"Não será uma situação de crise, mas de ajuste internacional. O mercado já 'precificou' as possibilidades de aumento das taxas internacionais."

Quanto à renovação do acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), Meirelles reiterou que "o Brasil quer fazer uma saída gradual", como previsto atualmente. "O fluxo de caixa dá espaço para que não seja necessário um acordo."

O presidente do BC esteve em Nova York se reunindo com representantes de bancos de investimento, depois de participar de um fórum no Canadá.

O ministro da Economia, Antonio PalocciEconomia
Brasil vive nova etapa de crescimento, diz Palocci.
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