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Petróleo sobe apesar de promessa saudita | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O preço do barril de petróleo voltou a subir nesta segunda-feira, chegando a US$ 41,72 nos Estados Unidos - um aumento de mais de US$ 1. O aumento aconteceu apesar de o governo da Arábia Saudita, maior produtor do mundo, ter prometido que vai colocar mais petróleo no mercado. Mas outros países membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) disseram que não vão se sentir forçados a seguir o exemplo dos sauditas. Os governos dos países do G-7 – Estados Unidos, Japão, Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália e Canadá – vêm pressionando o cartel a agir no sentido de frear o aumento dos preços do petróleo, que na semana passada chegaram ao patamar mais elevado em 21 anos. Reunião A Arábia Saudita prometeu aumentar sua oferta em mais de 800 mil barris por dia, levando sua própria quota a ser de 9,1 milhões barris diários. Mas a Opep anunciou que está firme em sua decisão de só discutir um possível aumento conjunto na próxima reunião do cartel, no dia 3 de junho, na capital do Líbano, Beirute. “Temos muitas propostas”, disse o ministro do Petróleo do Irã, Bijan Zanganeh. “Vamos decidir o novo número e as medidas a serem tomadas em Beirute.” A Líbia criticou a decisão saudita, e a Nigéria disse temer que a Opep não tenha capacidade para satisfazer a crescente demanda mundial. Analistas também têm manifestado preocupação de que o incremento da produção saudita não seja suficiente para frear a alta dos preços, que ameaça a recuperação da economia global, de acordo com economistas. |
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