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FMI aprova Rato para cargo de diretor-gerente | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Conselho Executivo do FMI (Fundo Monetário Internacional) decidiu nesta terça-feira que o ex-ministro das Finanças da Espanha, Rodrigo Rato, será o novo diretor-gerente da organização. A nomeação de Rato já era considerada praticamente garantida por analistas, depois que ele obteve o apoio dos Estados Unidos, de países europeus e latino-americanos. Segundo uma nota divulgada pelo fundo, os 24 membros do Conselho selecionaram o ex-ministro espanhol em um processo de dois estágios. Depois que uma consulta informal e confidencial indicou apoio da maioria do Conselho à indicação do espanhol, os diretores do Fundo, em um consenso, aprovaram sua indicação formalmente. Rodrigo Rato irá substituir o alemão Horst Köhler, que se afastou do cargo em março. Brasil Acredita-se que o único outro nome sendo cogitado para ocupar o cargo era o do americano de origem egípcia Mohamed El-Erian, atual diretor de operações de mercados emergentes da Companhia de Gerenciamento de Investimentos do Pacífico (PIMCO, na sigla em inglês). De acordo com a agência de notícias France Presse, Rato é visto como um dos arquitetos da recuperação econômica espanhola na última década. Ele perdeu seu posto no governo da Espanha depois que o governo conservador do primeiro-ministro José María Aznar saiu derrotado das eleições gerais no país, no mês passado. Tradicionalmente, o cargo de diretor-gerente do Fundo fica nas mãos de um europeu, enquanto a presidência do Banco Mundial fica a cargo de um americano. O Brasil já havia anunciado seu apoio à indicação de Rodrigo Rato, que deve ocupar o cargo de diretor-gerente por um período de cinco anos. |
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