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OMC não muda postura dos EUA sobre algodão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira que a decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) do dia anterior, contrária ao país no tocante aos subsídios concedidos a produtores de algodão, não muda sua postura em relação ao tema. Na segunda-feira, um painel da OMC se mostrou de acordo com uma queixa do Brasil que diz que os subsídios americanos fazem com que produtores de países em desenvolvimento sejam incapazes de competir no mercado internacional. “Acreditamos que os programas agrícolas dos Estados Unidos foram elaborados com o objetivo de ser, e são, totalmente consistentes com nossas obrigações no tocante à OMC”, disse o porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan. "De qualquer forma, eu destacaria que não há impacto imediato (da decisão da OMC) sobre nossos programas agrícolas." Proposta "Nós vamos defender os interesses agrícolas dos Estados Unidos em cada fórum que tivermos, e não temos a intenção de tomar medidas unilaterais para ceder no tocante a isso", afirmou o porta-voz McClellan disse que a opinião do governo americano é que qualquer tipo de distorção no mercado internacional do algodão deve ser tratado no âmbito das negociações multilaterais na OMC. “Os Estados Unidos foram os primeiros a apresentar uma proposta ampla para reduzir ou eliminar tarifas e subsídios em todos os produtos agrícolas, incluindo o algodão”, disse McClellan. “Nossas propostas vão abrir novas oportunidades de acesso a mercados para todos os países.” |
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