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Atualizado às: 10 de março, 2004 - 17h26 GMT (14h26 Brasília)
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Argentina promete colaborar com credores, diz FMI

Argentina protesta contra o FMI
Alguns argentinos protestaram contra o pagamento de US$ 3,1 bilhões ao fundo
O Fundo Monetário Internacional informou que a Argentina assinou na manhã desta quarta-feira uma carta de intenções com o fundo que inclui uma "estratégia para a reestruturação" da dívida soberana argentina.

A dívida do país com os credores privados equivale a US$ 88 bilhões, e seus pagamentos foram suspensos unilateralmente pela Argentina em dezembro de 2001. O comprometimento da Argentina com os credores era uma das principais exigências do FMI para a revisão do acordo com o fundo.

"Na carta de intenções, as autoridades descrevem os principais elementos de sua estratégia com vistas a atingir um acordo de colaboração com os credores que resulte em uma dívida sustentável para a Argentina", informa uma comunicação oficial do FMI assinada pela diretora-geral Anne Krueger. Os detalhes não foram divulgados.

O porta-voz do FMI, Thomas Dawson, disse, no entanto, que as negociações para o pagamento da dívida serão feitas apenas entre a Argentina e seus credores. "O FMI não vai ter o papel de ábitro nessas negociações", afirmou.

Detalhes

"Os detalhes e os texto completo da carta de intenções serão divulgados pelo governo argentino", disse o porta-voz do FMI, em entrevista coletiva realizada na sede do órgão, em Washington.

A conclusão das negociações com o fundo também permitiu o pagamento da parcela de US$ 3,1 bilhões pela Argentina, parcela que vencia na terça-feira.

A carta de inteções argentina traça um cenário macroeconômico para a Argentina em 2004 e "busca indicar políticas estruturais que sustentem o atual crescimento da economia", informa o comunicado do FMI.

Ainda segundo o órgão, a previsão de crescimento da economia argentina para este ano é de 5,5%, "maior do que a projetada originalmente".

"A inflação deve ficar nos níveis de um dígito enquanto o nível de reservas do Banco Central deve se fortalecer ainda mais", esclarece o documento.

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