|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ministro questiona omissão de BC no caso Parmalat
O ministro da Economia da Itália questionou a incapacidade do banco central do país em antever os problemas financeiros da multinacional Parmalat. Durante uma audiência no Parlamento italiano, Giulio Tremonti disse que a autoridade deveria ter feito mais para proteger os investidores. Ele pediu que sejam feitas reformas estruturais nas regras referentes ao mercado financeiro e apresentou planos de um novo sistema de controle. A medida enfraqueceria significativamente o poder do Banco da Itália, na opinião de alguns analistas. Mudanças Para o ministro, a crise da Parmalat "não é industrial, mas, sim, financeira" e a única solução seria uma "reforma orgânica". Segundo a proposta de Tremonti, o papel de fiscalizar a competição entre instituições financeiras seria repassado do banco central para um órgão antitruste. O governo também quer criar uma nova autoridade para supervisionar seguradoras e fundos de pensão. O Banco da Itália ficaria em terceiro lugar na cadeia de fiscalização, assegurando a estabilidade da indústria financeira do país. As propostas do governo deverão ser votadas no Parlamento nas próximas semanas. As investigações sobre as operações financeiras da Parmalat, que levaram a companhia a pedir concordata, já completaram quase um mês. Os problemas da gigante de laticínios se tornaram públicos em dezembro, quando o Bank of America anunciou que as informações sobre uma conta bancária no nome da companhia com cerca de 4 bilhões de euros eram falsas. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||