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Atualizado às: 26 de agosto, 2003 - 11h35 GMT (08h35 Brasília)
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Alemanha volta a crescer em 2003, diz pesquisa
O primeiro-ministro da Alemanha, Gerhard Schröder
A retomada do crescimento seria uma vitória para o chanceler Gerhard Schröder

Uma análise feita por um dos mais respeitados institutos de pesquisa econômica da Alemanha reforçou sua previsão de que o país deve retomar seu crescimento econômico na segunda metade do ano.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica da Universidade de Munique (IFO, na sigla em alemão), o Índice de Expectativa de Negócios para a Alemanha ocidental é hoje de 102,1 pontos, contra 100,2 em julho.

O índice, divulgado mensalmente, é o resultado de uma pesquisa feita em 7 mil empresas. Quanto mais o índice for superior a 100 pontos, maior o potencial de expansão econômica.

Outro índice divulgado pelo IFO, o Índice sobre o Clima para Negócios, também foi revisto para cima. Ele é agora de 90,8 pontos, contra 89,3 no mês passado.

Recessão

O presidente do IFO, Hans-Werner Sinn, disse em uma nota que “os novos dados da pesquisa destacam a previsão do instituto de recuperação econômica na segunda metade do ano”.

Economistas já previam um aumento dos índices, seguindo a tendência de retomada de crescimento que vinha sendo registrada pelo IFO desde junho.

A economia alemã entrou oficialmente em recessão nos primeiros dois trimestres de 2003.

Bolsa

O otimismo do IFO se refletiu numa valorização do índice Dax, da Bolsa de Valores de Frankfurt.

O índice, que reflete o movimento das ações mais negociadas da bolsa, subiu 0,7% no início do pregão, nesta terça-feira.

Contudo, alguns analistas ainda mantêm cautela ao analisar as perspectivas da economia do país.

“O componente de expectativa é muito alto e indicaria um crescimento significativo no quarto trimestre. Mas, analisando as condições atuais, eu pessoalmente não acredito que isso irá se materializar”, disse Andreas Rees, do Hypovereinsbank, um banco alemão.

“Estou preocupado com a diferença entre as expectativas e as condições atuais, que parece estar aumentando”, completou.

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