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Atualizado às: 29 de julho, 2003 - 03h38 GMT (00h38 Brasília)
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FMI aprova revisão de acordo com Argentina

Horst Köhler, diretor-gerente do FMI, durante visita à Argentina neste ano
Horst Köhler elogiou o recente desempenho da economia argentina

O Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou nesta segunda-feira a terceira revisão do acordo de curto prazo com a Argentina, depois de ter insistido que o país precisa acelerar a aprovação de reformas institucionais para sair da crise.

Em um comunicado, o diretor-gerente do Fundo, Horst Köhler, disse que “o recente desempenho macroeconômico continuou sendo favorável”, mas detacou que o trabalho do governo na sua agenda de reestruturação precisa melhorar.

A revisão representa a liberação de US$ 1,05 bilhão para a Argentina – parte do acordo que o país fechou com o fundo no início do ano para evitar uma moratória no pagamento de suas dívidas com o órgão internacional.

A dúvida, agora, é sobre o que acontecerá depois que vença esse acordo de curto prazo, no final de agosto.

Acordo de três anos

De agora em diante, as conversas entre o FMI e a Argentina devem se concentrar na elaboração de um novo acordo por três anos.

O novo representante do fundo para a Argentina, John Dodsworth, deve chegar nesta terça-feira a Buenos Aires juntamente com um grupo de técnicos do órgão com o objetivo de negociar com o presidente Néstor Kirchner as novas condições.

Segundo analistas, da mesma forma que o FMI enfatizou em seu comunicado, os visitantes devem pedir ao governo argentino empenho na aprovação de reformas, como a de reestruturação do sistema financeiro.

Também deve estar na pauta das reuniões a reestruturação da dívida, para que a Argentina possa pagar seus credores dentro do prazo previsto, mas sem paralisar sua economia ou impor novos cortes aos setores que mais vêm sofrendo com a crise.

A expectativa é que tanto o governo argentino quanto o fundo lutem contra o tempo para aprovar o acordo antes do dia nove de setembro, quando o país tem previsto o pagamento de US$ 3,1 bilhões ao organismo multilateral de crédito.

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