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Última actualização: 26 Setembro, 2007 - Publicado em 18:49 GMT
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África com mais oportunidades e menos corrupção
Corrupção
O Banco Mundial diz que é mais fácil agora fazer negócios em África em comparação com o ano passado.

No estudo de 178 países, intitulado "Fazer Negócios", o Egipto, o Gana e o Quénia encontram-se entre as 10 principais nações reformistas do mundo.

O relatório destaca medidas como a diminuição da burocracia, a melhoria do acesso a linhas de crédito e a renovação das leis que governam o comércio.

Os PALOP entre 178 nações
49 - Cabo Verde
111 - Moçambique
118 - S. Tomé e Príncipe
147 - Angola
147 - Guiné-Bissau

Entretanto, o grupo de pesquisa e investigação, Transparência Internacional, diz que vários países africanos estão a melhorar consideravelmente no que respeita à corrupção.

No Índice sobre a Corrupção, anualmente publicado pela Transparência Internacional, os países africanos são normalmente alvo de acerbo criticismo.

Este ano o cenário mudou radicalmente, com o relatório a salientar que melhorias numa série dos seus critérios de avaliação foram registadas em África.

As dez nações mais corruptas
Somália
Birmânia
Iraque
Haiti
Uzbequistão
Tonga
Sudão
Chade
Afeganistão
Laos

Destacados nos elogios da organização estão muitos países do sul do continente como a Namíbia, as ilhas Seychelles, a África do Sul e a Swazilândia.

Mas o director-executivo da Transparência Internacional, Cobus de Swardt, fez questão de salientar que os progressos se deveram a uma série de iniciativas.

"Temos assistido a uma forte vontade política por parte de muitos líderes africanos e vimos empresários africanos a tomarem iniciativa através de mecanismos como a Revisão de Pares Africanos.

"Assistimos ainda a esforços encorajadores nas indústrias extractivas e a iniciativas de transparência em vários países. Tratam-se de sinais encorajadores, mas é ainda demasiado cedo para dizer que a batalha foi ganha".

As dez nações menos corruptas
Dinamarca
Finlândia
Nova Zelândia
Singapura
Suécia
Islândia
Holanda
Suiça
Canadá
Noruega

Por seu turno, no seu relatório sobre "Oportunidades de Negócios no Mundo", o Banco Mundial observou até que ponto é fácil - ou difícil - para um empresário abrir um novo negócio, trabalhar sob o sistema legal do país em que deseja investir, e contratar a força de trabalho correcta para que o respectivo negócio seja bem sucedido.

Singapura permaneceu, pelo segundo ano consecutivo, no topo da lista do Banco Mundial, seguida pela Nova Zelândia, os Estados Unidos, Hong Kong e a Dinamarca.

No continente africano, a África do Sul e as Ilhas Maurícias são os melhores classificados da lista.

Também no Gana, investigadores concluem que é agora muito mais fácil abrir um negócio, obter linhas de crédito e firmar contratos.

Países como o Quénia também se destacam no que concerne à melhoria da atmosfera negocial - mas continuam a levantar apreensões quanto à corrupção.

E ambos os relatórios divulgam resultados negativos relativamente a países como a República Democrática do Congo, o Chade e a Somália.

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