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PM de Cabo Verde em ofensiva europeia

Primeiro ministro cabo-verdiano José Maria Neves
José Maria Neves com olhos postos em parceria especial com a Europa
O primeiro-ministro caboverdiano, José Maria Neves, quer reunir na cidade da Praia os chefes de governo das regiões autónomas ou periféricas da União Europeia.

Esta é mais uma iniciativa que o executivo caboverdiano pretende realizar com vista a facilitar o processo de parceria especial entre Cabo Verde e aquela União.

José Maria Neves, que se encontra neste momento de visita a São Tomé e Príncipe, fez tal anúncio antes da sua partida para aquele país do Equador.

«Estou a propor a realização de uma cimeira informal do governo de Cabo Verde com os presidentes dos governos das ilhas da Macaronésia».

Neste sentido, José Maria Neves pretende aproveitar a sua participação dentro de poucos dias num encontro dos governos regionais da Europa, a ter lugar na ilha da Madeira, para levar avante o seu propósito de reunir, desta feita na capital caboverdiana, os mesmos protagonistas desse encontro do Funchal.

Estatuto especial

Na cimeira da Praia a ideia é discutir uma agenda de cooperação entre as ilhas da Macaronésia, que teria como temas os transportes, turismo, água, ensino superior, entre outras.

Esta ofensiva diplomática caboverdiana integra-se, naturalmente, nos esforços que a Cidade da Praia vem perseguindo no sentido de uma relação especial de parceria com a União Europeia.

Até Novembro, as autoridades caboverdianas acreditam que importantes passos poderão ser dados nesse sentido.

Avenida Amílcar Cabral, Cidade da Praia
Objectivo é selar novo tipo de relações Praia-Bruxelas

Um deles será a definição de um programa de acção que, a ser aceite, pelo Conselho da Europa, irá selar um novo tipo de relações entre Praia e Bruxelas.

José Maria Neves afirmou que já estava "a discutir um plano de acção. Mas ainda há um conjunto de contactos diplomáticos que nós teremos de fazer para limar algumas arestas, porque a União Europeia neste momento tem 27 países e é preciso trabalhar diplomaticamente todos eles".

"Este é um trabalho de renda, que tem de ser feito ponto a ponto. Se avançarmos com a negociação do plano de acção, teremos o maior ganho diplomático desta década em Cabo Verde", acrescentou o chefe de governo cabo-verdiano, dando conta das iniciativas em curso com vista à obtenção junto da União Europeia de um estatuto especial para este arquipélago.

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