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Última actualização: 25 Setembro, 2005 - Publicado em 02:12 GMT
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FMI apoia o fim da dívida dos países mais pobres
FMI em Washington
O FMI quer implementar o conjunto de decisões da cimeira do G8
O Fundo Monetário Internacional, FMI, concordou em cancelar as dívidas de alguns dos países mais pobres do mundo, no valor de 40 mil milhões de dólares, numa reunião da principal comissão ministerial, em Washington.

O grupo dos ministros das Finanças internacional, tem estado a discutir a proposta apresentada pelo G8, o grupo dos países mais industrializados, na cimeira de Gleneagles, no Verão.

O plano também contempla o eventual cancelamento das dívidas ao Banco Mundial e ao Banco Africano para o Desenvolvimento, e poderá atingir um total de 55 mil milhões de dólares de perdão.

Os primeiro países a beneficiarem da medida serão provavelmente um grupo de dezoito nações, a grande maioria em África, entre eles: Moçambique, Etiópia, Níger, Madagáscar, Tanzânia, Uganda, entre outros.

Até ao fim de 2005

O anúncio foi feito na capital norte-americana pelo ministro britânico das finanças, Gordon Brown, que declarou o "compromisso à proposta de cancelar até cinquenta e cinco mil milhões de dólares de dívida multilateral, para países severamente endividados".

"O Fundo monetário internacional pode agora afirmar que foi alcançado um acordo a todos os níveis", acrescentou o político britânico, que também declarou que a medida deverá ser efectivada no fim de ano 2005.

O grupo dos 18 países:
Benin, Bolívia, Burkina Faso, Etiópia, Gana, Guiana, Honduras, Madagáscar, Mali, Mauritânia, Moçambique, Nicarágua, Níger, Ruanda, Senegal, Tanzânia, Uganda, Zâmbia.

Os cinquenta e cinco mil milhões de dólares a que se referiu o ministro das finanças britânico, assumem também o cancelamento das dívidas ao Banco Mundial, e a qualificação de mais possível série de vinte de países.

As organizações não-governamentais e outras entidades já saudaram o anúncio, mas dizem que outros países também devem beneficiar do acordo.

Alguns também criticaram as condições económicas que serão impostas, assim como privatizações e liberalização do comércio, que alegam que vão ser requeridas em parte dos países.

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