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Atualizado às: 18 de novembro, 2008 - 17h43 GMT (15h43 Brasília)
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China impõe regras para tentar evitar demissões em massa
Policiais durante demonstração após fechamento de fábrica de brinquedos na província de Guangdong (17/11)
A China teme que o desemprego leve à turbulência social
As empresas de duas províncias chinesas foram avisadas que precisam obter aprovação oficial se quiserem demitir mais de 40 pessoas.

O aviso a empresas das províncias de Shandong e Hubei é um sinal da preocupação das autoridades chinesas com o aumento de cortes de empregos em meio à crise econômica global.

À medida que vários países importadores de produtos chineses entram em recessão e as exportações caem, as demissões vem se multiplicando nas grandes regiões industriais do país.

Apenas em Shandong, quase 700 mil pessoas perderam seus empregos neste ano. No sul de Guangdong, dezenas de milhares de empresas fecharam, causando uma migração de demitidos de volta ao campo.

O crescimento econômico da China desacelerou acentuadamente neste ano para cerca de 8% - alto em compração com outros países, mas bem abaixo dos níveis de dois dígitos registrados durante muitos anos.

Cortes de salários

A produção industrial caiu dramaticamente em outubro, indicando uma desaceleração abrupta. E a tendência é observada em um momento em que as fábricas chinesas estão normalmente aumentando a produção para atender mercados ocidentais por conta do Natal.

As autoridades chinesas querem evitar a instabilidade social, vista como uma fonte de turbulência política.

O controle imposto às províncias de Shandong e Hubei é uma tentativa de colocar obstáculos burocráticos para evitar demissões em massa, mas não se sabe o quão eficiente a medida será.

"Algumas fábricas não estão recebendo muitos pedidos, então alguns empregados não têm o que fazer", disse um gerente à imprensa chinesa.

"Eu venho pensando em demitir alguns para reduzir custos, mas o governo não concorda com os meus planos", acrescentou. "O que eu posso fazer? Eu não tenho como pagar todos."

A alternativa pode ser cortes dramáticos nos salários. Em uma fábrica de Guangdong, os salários foram reduzidos em até 75%.

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