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Atualizado às: 17 de novembro, 2008 - 08h12 GMT (06h12 Brasília)
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FMI pede mais fundos para ajudar países contra crise
diretor-gerente FMI, Dominique Strauss-Kahn
Strauss-Khan elogiou o pacote de estímulo do governo chinês
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse que a instituição precisará de pelo menos mais US$ 100 bilhões para aumentar sua participação na ajuda aos países afetados pela crise financeira internacional.

Em entrevista à BBC, Strauss-Kahn disse que o fundo tem liquidez suficiente para o futuro imediato, mas precisará de mais recursos ao longo dos próximos seis meses.

“O número de países com problemas ao mesmo tempo aumentou dramaticamente e eles estão vindo até o FMI para pedir ajuda”, afirmou. “Então nós precisamos de mais recursos”.

“A questão é conseguir lidar com o problema nos próximos seis meses, e eu acredito que todos os chefes de governo estão conscientes da necessidade de um FMI mais forte”, alertou.

Corte de juros

A declaração do diretor do FMI foi feita em meio à notícia de que a economia japonesa entrou oficialmente em recessão, tendo registrado crescimento negativo de 0,1% no terceiro trimestre.

No trimestre anterior, a economia do país asiático já havia retraído 0,9%.

Na sexta-feira, véspera da reunião dos chefes de Estado do G20 em Washington, o Japão havia oferecido ao fundo US$ 100 bilhões para ajudar a abater os efeitos da crise em vários países.

Strauss-Kahn descreveu a oferta do primeiro-ministro japonês, Taro Aso, como um “grande passo adiante”.

O comunicado divulgado após a reunião do bloco, que reúne as maiores economias do mundo e os países emergentes, ressaltou o “importantes papel do FMI na resposta à crise”, parabenizou seu novo mecanismo de prover liquidez em curto prazo e pediu uma revisão de seus instrumentos e condições para ser mais flexível na concessão de empréstimos.

Para o analista da BBC Andrew Walker, os comentários de Strauss Kahn não são um apelo explícito por ação, mas sugerem que ele ficaria “feliz” se instituições como o Banco Central Europeu reduzissem mais suas taxas de juros.

Críticos dizem que o BCE tem hesitado em reduzir as taxas em contraste com outras instituições, como o Federal reserve (o banco central americano).

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