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Mostra revela design contemporâneo da China; veja | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma mostra inaugurada em Londres traz uma rara oportunidade para se conhecer os frutos da recente explosão do design na China e tentar entender o impacto do rápido desenvolvimento econômico na arquitetura e design nas maiores cidades do país. A exibição China Design Now, aberta nesta semana no Victoria and Albert Museum, é focada em três cidades que se expandem rapidamente – Pequim, Xangai e Shenzen – e apresenta o trabalho de designers chineses e internacionais. A mostra, que custou o trabalho de quatro anos de curadoria, reúne arquitetura, moda, desenho gráfico, cinema, fotografia, design de produtos e móveis, cultura jovem e mídia digital. Dos cerca de 100 designers exibidos, mais de 95% são chineses. Cada cidade é ponto de partida para a exploração de um campo do design: Shenzen, a capital manufatureira da China, cuja idade média da população é menos de 30 anos, destaca o design gráfico e a cultura visual. Xangai se concentra em moda e estilo de vida, e a arquitetura e a cidade é o tema de Pequim. “O design nas cidades chinesas mudou além de qualquer reconhecimento nas últimas duas décadas. Este é o momento em que a gente pode começar a falar de coisas ‘desenhadas’ na China, não apenas fabricadas na China. Os designers incluídos na (exposição) China Design Now são pioneiros para as gerações futuras que vão trazer o design chinês para um público internacional”, disse um dos curadores, Zhang Hongxing. Entre as peças exibidas estão projetos arquitetônicos (como o do estádio olímpico Ninho de Pássaros), o design gráfico das últimas duas décadas – mostrando os pioneiros do design da China pós Mao-Tsé-Tung e as novas gerações que experimentam com novas tecnologias; e produtos de olho nos jovens chineses preocupados com design, como capas de discos, skates, brinquedos, telefones celulares, camisetas e tênis. A exposição fica em cartaz no Victoria and Albert Museum, em Londres, até o dia 13 de julho. |
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