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Atualizado às: 17 de março, 2008 - 21h39 GMT (18h39 Brasília)
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Europeus descartam boicote à Olimpíada por causa do Tibete
Bandeira da Olimpíada de Pequim 2008
Presidente do COI diz que sua prioridade é organizar os jogos
Ministros dos Esportes e representantes dos comitês olímpicos de países europeus descartaram nesta segunda-feira a possibilidade de boicotar a Olimpíada de Pequim, em agosto, por causa da repressão aos recentes protestos no Tibete.

Reunidas na Eslovênia, as autoridades esportivas reafirmaram a posição de que os Jogos Olímpicos não podem ser influenciados por questões políticas e alegaram que um boicote teria impacto limitado, como tiveram outros boicotes no passado.

"Montreal em 76, Moscou em 1980, Los Angeles em 1984 – as únicas pessoas punidas em um boicote são os atletas", disse o presidente dos Comitês Olímpicos Europeus, Patrick Hickey.

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, havia afirmado anteriormente que estava preocupado com a crise no Tibete, mas que a organização não iria se envolver na questão.

"Não somos uma organização ativista, não somos uma organização política, somos uma organização esportiva". disse. "Nosso dever é organizar a melhor Olimpíada possível para nossos atletas. É nosso dever e é nossa prioridade."

Poluição

Também nesta segunda-feira, o presidente da Comissão Médica do COI, Arne Ljungqvist, minimizou a possibilidade de que os atletas enfrentem problemas de saúde devido à poluição em Pequim durante os Jogos Olímpicos.

Ljungqvist disse que um estudo apontou que as condições são melhores do que o esperado, embora algumas provas de resistência ainda corram o risco de ser canceladas.

O presidente da Comissão Médica do COI também disse que a qualidade do ar em Pequim será monitorada diariamente durante a Olimpíada e que atletas competindo ao ar livre na cidade não vão precisar usar máscaras – como pelo menos uma federação internacional recomendou.

Na semana passada, o etíope Haile Gebrselassie, recordista mundial da maratona, anunciou que não iria participar da prova em Pequim devido à baixa qualidade do ar na cidade. Gebrselassie sofre de asma.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a capital chinesa é uma das cidades com o ar mais poluído do mundo.

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