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Bush pede ação contra o Irã 'antes que seja muito tarde' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano George W. Bush falou neste domingo, nos Emirados Árabes, que os Estados Unidos vêm tentando coletar apoio internacional para confrontar a ameaça que, segundo ele, é apresentado pelo Irã. "O Irã é hoje o Estado que mais patrocina o terror, mandando centenas de milhões de dólares para extremistas em várias partes do mundo, enquanto seu povo sofre repressão dentro do país", disse Bush, citando grupos como o Hezbollah, Hamas, o Talebã e insurgentes xiitas no Iraque como supostos receptores destes fundos. "Os Estados Unidos estão reafirmando nossos compromissos com aliados no Golfo (Pérsico) e pedindo para que nossos amigos em todo o mundo confrontem este perigo antes que seja tarde demais. Bush também citou a polêmica envolvendo o programa nuclear iraniano – os Estados Unidos acusam Teerã de tentar produzir armas, enquanto o Irã insiste que o programa é pacífico -, como um sinal do perigo que o país representa. Democracia O discurso de Bush em Abu Dhabi foi descrito por seus assessores como um dos mais importantes de seu giro pelo Oriente Médio. No discurso, ele elogiou os Emirados Árabes Unidos por seu progresso econômico e social e disse que outros países da região deveriam adotar a democracia. Ele disse que sociedades mais abertas iriam fornecer ao Oriente Médio "imenso capital humano". O correspondente da BBC que acompanha a viagem de Bush, Matthew Price, disse que o presidente americano parece agora estar fazendo 'sugestões' ao contrário de 'exigências'. Ele diz, entretanto, que a mensagem do líder americano pode não ser bem-recebida nas ruas do Oriente Médio. Correspondentes dizem que o presidente americano é visto na região como um militarista agressivo, e não um promotor da democracia. Nesta última etapa de seu giro, Bush se reuniu com o presidente do país, o sheik Khalifa bin Zayed al-Nuhayyan. O presidente americano também tentou encorajar o governo dos Emirados e outros líderes com quem se encontrou na viagem a apoiar o presidente palestino, Mahmoud Abbas nas negociações com os israelenses. |
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