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Uribe pede que Farc voltem a negociar com governo colombiano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Depois de comemorar a libertação de duas reféns em poder das Forças Armadas Revolucionária da Colômbia (Farc) por mais de seis anos, o presidente colombiano Álvaro Uribe pediu aos rebeldes que voltem a negociar com o governo. Em um pronunciamento nesta quinta-feira, Uribe pediu à guerrilha que considere uma negociação "direta, ágil e de boa fé" para que mais de 700 pessoas que ainda estão seqüestradas também ganhem a liberdade. O presidente colombiano leu os nomes de 33 soldados e policiais, três americanos e oito dirigentes políticos ainda em poder dos rebeldes. Entre eles está a ex-candidata presidencial Ingrid Bettancourt. Segundo o jornal colombiano El Tiempo, Uribe voltou a insistir que mantém sua proposta de estabelecer uma zona de encontro com as Farc, sob a intermediação da Igreja Católica, para que se discuta um possível acordo humanitário. "Queremos avançar no processo que conduza à libertação de todos os seqüestrados", disse o presidente. "Nós daremos garantias." Agradecimento Apesar dos enfrentamentos que teve com o presidente venezuelano Hugo Chávez, Uribe agradeceu sua mediação nas negociações que terminaram com a libertação de Clara Rojas e Consuelo González. Uribe disse ter falado por telefone com as duas ex-reféns, que depois de libertadas foram recebidas por Chávez no Palácio Miraflores, em Caracas. O presidente colombiano disse ter parabenizado as duas pela "grande capacidade de controle, pela maneira tranqüila como conduziram esta experiência difícil". Uribe ainda disse que, em breve, Clara Rojas estará com o filho Emmanuel, que nasceu enquanto a mãe estava em cativeiro e, mais tarde, foi levado para um orfanato. "O Instituto Colombiano de bem-estar familiar agilizará o processo para que o reencontro aconteça o mais breve possível", afirmou o presidente. |
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