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Atualizado às: 28 de dezembro, 2007 - 09h43 GMT (07h43 Brasília)
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Chávez 'reafirma influência na América Latina', diz Le Figaro
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez
Para jornal, Chávez agiu bem ao liderar missão internacional
Uma reportagem do jornal francês Le Figaro afirma que a mediação do conflito colombiano faz com que Hugo Chávez "reafirme sua influência na América Latina".

Segundo o texto, o esforço diplomático de Chávez é reconhecido pelos países vizinhos e inclusive pelo Brasil, que estaria tentando aumentar seu envolvimento no confronto que opõe o governo central de Bogotá e grupos guerrilheiros como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

A análise é publicada no mesmo dia em que se espera a liberação de três reféns mantidos pelas Farc. Chávez liderará uma delegação internacional que viajará a território colombiano, contando com representantes de países vizinhos, como Brasil e Argentina.

Para o Figaro, "a mediação do presidente venezuelano lhe permite voltar à tona depois de seu fracasso no referendo para reformar a Constituição. A derrota foi interpretada pelos países vizinhos como uma humilhação, e alguns até esperavam uma perda de influência do líder bolivariano na região".

"Os países latino-americanos, e notadamente o Brasil, que freqüentemente se propôs a trabalhar pela liberação dos reféns, reconhecem que Hugo Chávez é o único capaz de construir pontes entre as duas partes. As Farc olham com desconfiança para sua política, mas respeitam este homem tão popular entre a esquerda latino-americana", diz o texto.

O jornal elogia o "tom conciliador" de Chávez em relação a Uribe, dias depois de tensões que opuseram os dois presidentes envolvidos na negociação com as Farc. Para o diário francês, Chávez foi sábio em rejeitar um resgate clandestino acertado apenas com as Farc, e em pedir autorização de Bogotá para agir.

"Hugo Chávez optou por uma bela jogada diplomática ao decidir não bancar o 'cavaleiro solitário' com os guerrilheiros, cujo prestígio político está consideravelmente ofuscado", escreveu o jornal.

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