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Congresso vai aprovar CPMF porque sabe de sua importância, diz Lula | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira acreditar que o Congresso Nacional aprovará a prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) até 2011. “Acho que o Congresso vai aprovar, porque o Congresso tem consciência da importância (da CPMF)”, disse Lula em Buernos Aires, pouco antes de embarcar de volta para o Brasil. O presidente evitou, no entanto, comentar detalhes como a data da votação do tributo ou e se o governo já conta com os votos que faltavam para este apoio legislativo. Lula passou cerca de 24 horas em Buenos Aires, onde acompanhou a posse da presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner. Depois de falar rapidamente sobre o chamado "imposto do cheque", Lula mudou de assunto: “Mas eu estou feliz hoje não é por conta disso. É porque na concorrência da hidrelétrica do Madeira, tivemos um deságio de 35%. Ou seja, que é uma coisa extraordinária”, afirmou. “Havia muita gente pessimista dizendo que não ia acontecer, não ia acontecer e não só apareceram cinco empresas, como o megawatt que estava previsto para ser R$ 116 foi de R$ 78,90 - que é um ganho. Em fevereiro vamos ter outro leilão e, se Deus quiser, não pararemos mais de ter leilões.” As declarações do presidente foram feitas pouco antes da informação de que a votação da CPMF teria sido adiada desta terça-feira para quarta ou quinta-feira, como informou, em Brasília, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Na rápida entrevista em Buenos Aires, Lula falou ainda da expectativa para que a Colômbia encontre uma solução para libertar os reféns do grupo rebelde Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). “Essas coisas são problemas da Colômbia e a Colômbia está tratando disso. Agora a Igreja Católica vai ajudar e acho que vai dar tudo certo”, disse. A agenda do presidente Lula nesta segunda-feira, em Buenos Aires, incluiu café da manhã com o presidente colombiano Álvaro Uribe, encontro com o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, e o primeiro-ministro da França, François Fillon. |
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