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Atualizado às: 05 de outubro, 2007 - 23h18 GMT (20h18 Brasília)
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Argentina autoriza reabertura de depósito da Petrobras

Petrobras na Argentina
Segundo Argentina, Petrobras apresentou plano de investimentos
A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Argentina suspendeu, nesta sexta-feira, a medida que determinou o fechamento parcial dos depósitos da Petrobras Energia S.A no país.

A decisão, de acordo com um comunicado divulgado pela secretaria, ocorreu depois que a Petrobras apresentou às autoridades argentinas um plano de “saneamento e investimentos” de mais de US$ 70 milhões.

A decisão de fechar de forma "parcial e preventiva" diferentes setores de um depósito de combustível da Petrobras na Província de Buenos Aires havia sido tomada há cerca de duas semanas pela Direção Nacional de Controle Ambiental (DNCA), dentro do chamado “Plano Integral de Saneamento da Bacia Matanza Riachuelo”.

Ainda segundo o mesmo comunicado, a empresa se comprometeu a atender 11 itens de preservação do meio ambiente.

Além de garantir que reduzirá a carga de poluentes, a Petrobras informou que vai adquirir dois buques petroleiros, com o objetivo de “manter e melhorar” a gestão da companhia na área do meio ambiente. Estes buques impedem que, em caso de vazamento, os combustíveis cheguem ao rio Riachuelo.

Visita

O comunicado da Secretaria de Meio Ambiente foi divulgado dois dias depois da visita da primeira-dama e senadora Cristina Fernández de Kirchner, candidata à Presidência argentina, a Brasília.

No Brasil, Cristina almoçou com o presidente Lula e se reuniu, mais tarde, com empresários e executivos brasileiros, entre eles José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras.

Nesta sexta-feira, segundo o jornal argentino Clarín, Cristina teria pedido a Gabrielli que a companhia realize mais investimentos no país. E teria sugerido que seja formada uma sociedade entre a empresa e a estatal argentina Enarsa, que não saiu do papel, para atuação conjunta na América do Sul, incluindo a Bolívia.

Cristina teria afirmado, ainda de acordo com o jornal, que preferia “investimentos diretos” (ou novos investimentos) em vez de a Petrobras adquirir, por exemplo, ativos da Esso, empresa já instalada na Argentina e que está em processo de venda.

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