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Atualizado às: 08 de junho, 2007 - 10h46 GMT (07h46 Brasília)
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G8 sinaliza dar mais voz ao G5 em cúpulas futuras

O presidente Lula (ao lado do chanceler Celso Amorim) Foto: Marcello Casal Jr./ABr
Lula faz um balanço da reunião do G5 e das propostas levadas ao G8
O encontro de cúpula anual do G8, o grupo dos países mais industrializados do mundo mais a Rússia, termina nesta sexta-feira, no balneário de Heiligendamm, com a promessa de uma voz maior aos países emergentes que há três anos participam do encontro como convidados.

Em um comunicado, os líderes do G8 disseram querer uma "cooperação maior" com os países convidados (Brasil, África do Sul, China, Índia e México, conhecidos como G5) e "o desenvolvimento de soluções comuns".

"O G8 e as principais economias emergentes têm a chance de definir uma nova parceria respondendo aos novos desafios econômicos mundiais", afirma o documento do G8.

Na noite de quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reclamaram em Berlim do fato de os países convidados participarem do encontro apenas no último dia, quando os principais temas já foram discutidos e os acordos, fechados.

Apesar da promessa de uma maior voz aos países emergentes, porém, a reivindicação do grupo de convidados para que o grupo os incorporasse e se transformasse em G13 continua fora de questão, por resistência dentro do G8.

Cobranças

Lula disse que cobrará dos países ricos, durante sua participação no almoço com os líderes do G8 nesta sexta-feira, concessões que permitam um acordo para a liberalização do comércio mundial na chamada Rodada de Doha e também o cumprimento das Metas do Milênio, que incluem a redução da pobreza no mundo pela metade até 2015.

O presidente afirmou que falaria sobre esses temas durante o almoço mesmo se tivesse que deixar de comer para isso.

Lula disse que "o mundo rico precisa abrir mão dos subsídios e abrir seus mercados aos produtos agrícolas" e que, em troca, os países em desenvolvimento fariam concessões para abrir seus mercados de serviços e produtos industrializados, mas que esses sacrifícios deveriam ser proporcionais à capacidade de cada um.

Após sua participação na reunião de trabalho e no almoço com o G8, Lula deverá ainda se encontrar a sós, nesta sexta-feira, com os primeiros-ministros do Canadá, Stephen Harper e da Itália, Romano Prodi, além da anfitriã Angela Merkel, chanceler (primeira-ministra) da Alemanha.

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