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Palestinos mobilizam forças para frear violência | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Autoridade Palestina anunciou nesta segunda-feira a mobilização de toda a sua força de segurança para tentar frear a onda de violência entre militantes do Fatah e do Hamas que já deixou pelo menos oito mortos na Faixa de Gaza. O ministro palestino da Informação, Mustafa Barghouti, disse, após uma reunião de emergência do gabinete palestino, que o primeiro-ministro Ismail Haniya vai supervisionar pessoalmente os agentes. "O governo decidiu enviar imediatamente forças de segurança sob o controle de uma sala de operação conjunta e sob o controle do primeiro-ministro Ismail Haniya", disse Barghouti. "Essas forças vão incluir todos os serviços de segurança sem exceção, pertençam eles ao governo e ao Ministério do Interior ou ao presidente Mahmoud Abbas, com base no entendimento com ele nessa questão." "Nós afirmamos nossa exigência de que todos os homens armados sejam retirados imediatamente das ruas de Gaza", afirmou. Renúncia Os mais recentes confrontos envolvem militantes do Hamas, partido de Ismail Haniyah, e do Fatah, do presidente Abbas. A onda de violência, que começou no domingo, na Faixa de Gaza, é a pior depois que os dois grupos adotaram um cessar-fogo e formaram um governo de coalizão, em fevereiro. A violência começou quando um líder do Fatah foi assassinado em uma emboscada, o que causou uma escalada de ataques e seqüestros em represália. Nesta segunda-feira, o ministro do Interior, Hani Qawasmi, responsável pela área da segurança pública, renunciou ao cargo e alegou não contar com a cooperação dos agentes sob sua responsabilidade. "O primeiro-ministro recebeu do Conselho de Ministros poderes para assumir a responsabilidade por todos os poderes investidos ao Ministro do Interior até segunda ordem", disse Barghouti. Segundo Aleem Maqbool, correspondente da BBC em Ramallah, alguns dos membros das forças de segurança palestinas que respondiam a Qawasmi e agora estarão sob a supervisão direta de Haniya contribuíram para a onda de violência. Em Gaza, os confrontos continuaram durante o dia e, segundo Maqbool, não será fácil convencer os militantes a abandonar as armas. O correspondente afirma que o momento é delicado para o governo de coalizão do Fatah e do Hamas e que a violência pode aumentar ainda mais. |
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