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Bush fala sobre Doha e mudança climática em telefonema a Lula | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em um telefonema na manhã desta quinta-feira, o presidente americano, George W. Bush, conversou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a Rodada Doha Organização Mundial do Comércio (OMC) e sobre mudanças climáticas. Segundo o porta-voz do Palácio do Planalto, Marcelo Baumbach, "Bush falou sobre a necessidade de apresentar propostas ambiciosas nas áreas de agricultura e de manufaturados para que se possa chegar a um acordo internacional". Baumbach afirmou que, no telefonema ao presidente brasileiro, Bush disse que "ainda há muito por fazer e que ainda deve-se conversar muito sobre o assunto" com os parceiros. De acordo com o porta-voz, para o presidente americano, "o G20 busca a liderança do Brasil". Segundo Baumbach, Lula disse a Bush que visitará a Índia no início de junho e que acha "extremamente importante" que o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, e a representante de Comércio dos EUA, Susan Schwab, sejam "porta-vozes das propostas que permitam levar a um acordo". Disse também que continua otimista a repeito do assunto e com a mesma disposição que tem demonstrado nos encontros com o presidente americano em São Paulo e em Camp David. Mudanças climáticas Em relação à questão do clima, que será discutida pelo G8 (que se reúne na Alemanha, em junho), "Bush demonstrou o desejo de assumir a liderança, em um enfoque internacional sobre o assunto, que leve em conta (...) também os temas do crescimento econômico e da segurança energética", disse Baumbach. Conforme o porta-voz do Palácio do Planalto, "o presidente Lula expressou a opinião de que é impossível discutir a questão climática sem lidar com a questão do crescimento econômico". "A esse respeito, o Brasil está de acordo de que não há possibilidade de se aceitar qualquer política sobre o clima que não leve em conta a necessidade de avanços tecnológicos, desenvolvimento econômico e criação de empregos", afirmou Baumbach. |
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