BBCBrasil.com
70 anos 1938-2008
Español
Português para a África
Árabe
Chinês
Russo
Inglês
Outras línguas
Atualizado às: 18 de janeiro, 2007 - 15h00 GMT (13h00 Brasília)
Envie por e-mailVersão para impressão
'Venezuela no Mercosul é resposta a céticos'

ministros Guido Mantega, da Fazenda, Celso Amorim, das Relações Exteriores, e Luiz Fernando Furlan, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Foto: Fabio Pozzebom/ABr
Amorim destacou aumento no comércio entre os países do bloco Foto: Fabio Pozzebom/ABr
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta quinta-feira, na abertura da reunião da Cúpula do Mercosul, no Rio de Janeiro, que a entrada da Venezuela no Mercosul é uma resposta aos “mercocríticos” e aos “mercocéticos”.

“Com a entrada da Venezuela, fica claro, pela primeira vez, que o Mercosul não é apenas uma integração do Conesul, mas sim de toda a América do Sul”, disse Amorim na abertura do encontro no hotel Copacabana Palace.

Ele comanda na manhã desta quinta-feira a reunião do Conselho do Mercado Comum (CMC), órgão superior do Mercosul, formado pelos ministros das Relações Exteriores e da Fazenda dos países membros.

Amorim destacou que o comércio entre os países do bloco aumentou de uma média anual de US$ 4 bilhões a US$ 5 bilhões, antes do Mercosul, para cerca de US$ 25 bilhões.

“Houve momentos altos e momentos não tão altos. Mas hoje, o Mercosul é das sociedades, dos povos, e não apenas dos governos”, disse.

Assimetrias

Amorim reconheceu que o bloco ainda tem problemas, sobretudo na questão das assimetrias entre os sócios, mas disse que os primeiros passos estão sendo dados para redução das diferenças entre as economias com a criação do Fundo de Convergência Estrutural (Focen).

Os primeiros projetos do Focen deverão ser aprovados na cúpula do Rio. Amorim disse que regiões frágeis de economias grandes do Brasil também poderão receber dinheiro do Fundo, que tem verba de US$ 100 milhões.

Nesta quinta, os ministros do CMC assinam uma declaração ministerial sobre o acordo comercial que está sendo firmado entre o Mercosul e o Conselho de Cooperação do Golfo.

Ainda na quinta-feira, os presidentes se encontram para discutir o processo de integração sul-americana. Além dos presidentes dos cinco países membros do Mercosul, participam os chefes de Estado de Guiana, Suriname, Bolívia, Chile, Equador e Colômbia.

Nesta sexta-feira, os chefes de Estado de todos os países realizam novo encontro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou a manhã para se reunir com o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, para discutir, entre outros assuntos, a dívida estadual com a União e um projeto de infra-estrutura para a comunidade da Rocinha.

O presidente da Bolívia, Evo MoralesCúpula do Rio
Entenda quais são os principais temas em discussão.
Presidente da Bolívia, Evo MoralesIntegração
Bolívia não entrará 'às cegas' no Mercosul, diz ministro.
Maria Fernanda SpinozaAmérica Latina
Equador descarta entrar no Mercosul como membro pleno.
Chávez e LulaAnálise
Integração latino-americana vai seguir emperrada em 2007.
NOTÍCIAS RELACIONADAS
LINKS EXTERNOS
A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados.
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Envie por e-mailVersão para impressão
Tempo|Sobre a BBC|Expediente|Newsletter
BBC Copyright Logo^^ Início da página
Primeira Página|Ciência & Saúde|Cultura & Entretenimento|Vídeo & Áudio|Fotos|Especial|Interatividade|Aprenda inglês
BBC News >> | BBC Sport >> | BBC Weather >> | BBC World Service >> | BBC Languages >>
Ajuda|Fale com a gente|Notícias em 32 línguas|Privacidade