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Restrição dos EUA faz Espanha cancelar venda para Venezuela | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Espanha cancelou um importante acordo de defesa que tinha com a Venezuela devido a restrições impostas pelos Estados Unidos no dia 1º de setembro. O acordo previa a venda de doze aviões de transporte, mas o governo de Washington proibiu a negociação de material bélico para a Venezuela que contenha componentes fabricados nos Estados Unidos. A Espanha é mais um país que cancela contratos de defesa com o governo de Caracas devido a essas restrições. Antes disso, Brasil, Suécia e Coréia do Sul fizeram o mesmo. Rússia e China O governo dos Estados Unidos impôs a proibição de venda de componentes militares para a Venezuela alegando que o regime de Hugo Chávez não coopera com a guerra contra o terrorismo. O ministro das Relações Exteriores da Espanha, Miguel Ángel Moratinos, disse que a empresa espanhola EADS-CASA não poderia vender os aviões aos venezuelanos porque é incapaz de substituir os componentes americanos por outros com baixo custo. Um alto funcionário do governo venezuelano disse que seu país continuará negociando com a Rússia e com a China para modernizar seu sistema de defesa nacional. A venda de 12 aviões de transporte para a Venezuela havia sido anunciada como o maior contrato de defesa da história da Espanha, com um preço superior a US$ 2 bilhões. A Espanha também havia prometido à Venezuela vender oito barcos de guerra, mas especialistas acreditam que o negócio pode não sair, devido à mesma imposição americana. |
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