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Guerra ao terror já matou 72 mil, diz 'Independent' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mais de 72 mil pessoas ao redor do mundo morreram desde que os Estados Unidos iniciaram a sua "guerra contra o terror", diz o jornal britânico The Independent. Antecipando a cobertura da imprensa pelos cinco anos dos ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York, o diário afirma que desde então o mundo vive uma "era de guerra constante". Segundo as contas do jornal, mais de 40 mil pessoas foram mortas no Iraque, a maioria civis. Os mais de 30 mil restantes morreram por "uma combinação de ataques terroristas e ações de contra-insurgência por parte dos Estados Unidos ou seus aliados". Em entrevista ao jornal, o ex-presidente iraniano Mohammad Khatami diagnosticou: "As políticas neoconservadoras criaram uma guerra que gera mais extremistas e radicais". G-20 O indiano The Economic Times afirma que a reunião do G-20, que acontece neste mês no Rio de Janeiro, deve fazer pouco pela retomada das negociações da Rodada Doha, suspensas desde julho. Com eleições parlamentares se aproximando, os Estados Unidos devem se mostrar relutantes em relação a uma oferta de corte de subsídios que agrade à União Européia e os países em desenvolvimento. Mesmo assim, diz o diário, a Índia espera que o encontro possa criar um clima positivo para que as negociações sejam retomadas no ano que vem. Investimentos O diário econômico espanhol Expansión destaca os bons ventos para investimentos em países emergentes, como o Brasil. Segundo o jornal, os fundos de ações nesses mercados atraíram mais investimentos na última semana que nas seis anteriores. De acordo com o diário, Brasil, Rússia, Índia e China (conhecidos pela sigla Bric) receberam neste ano US$ 12,5 bilhões (cerca de R$ 27 bilhões), o equivalente a 70% de todo o dinheiro investido nos fundos de renda variável de mercados emergentes. Trabalho O americano The New York Times aproveita o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos – que cai nesta segunda-feira – para defender, em editorial, a idéia de uma Semana do Trabalho. "Uma semana sem notícias e sem assuntos, uma semana de pausa coletiva, nacional, no qual as marchas da vida normal silenciem", descreve o editorial. O jornal sustenta que a pausa funcionaria como um "antídoto de sete dias ao hábito muito americano de trabalhar em excesso". Ter apenas a segunda-feira livre não basta, afirma o NYT. "Até que você se levante tarde e tome calmamente sua xícara de café, metade do feriado já passou, e a terça-feira – e todo um novo calendário – estão à sua frente." |
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