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Peru e Equador vão passar a fazer parte do G20 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mais dois países da América do Sul, Peru e Equador, devem participar da reunião do G20, que acontece no Rio de Janeiro no primeiro fim de semana de setembro. O grupo passará a ter 23 integrantes. A reunião do Rio terá também a presença do diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta sexta-feira que espera que a reunião do G20 ajude a impulsionar a retomada das negociações da Rodada de Doha, atualmente paradas depois do fracasso das últimas reuniões, em Genebra. Ele diz que isso aconteceu na primeira reunião do grupo, em 2003. “Queremos mostrar que a rodada é indispensável, especialmente para os países em desenvolvimento, e mostrar nossa unidade”, afirmou Amorim.
O Peru anunciou a intenção de voltar ao bloco – do qual participou no início – na visita do ministro de Relações Exteriores do país, José Luiz Garcia Belaúnde ao Itamaraty, nesta sexta-feira. O chanceler peruano veio ao Brasil para preparar a visita do presidente do país, Alan Garcia, no início de novembro. "Ótimas" relações O ministro brasileiro disse que as relações entre os dois países “já são ótimas” e devem se aprofundar ainda mais. Amorim acha que embora os 23 países do bloco tenham interesses específicos e conflitantes em alguns pontos, os interesses comuns devem prevalecer. “Temos um interesse comum que é muito maior do que os matizes e nuances que possam haver em relação a temas específicos”, afirmou. “A rodada não está morta. Ela pode estar em compasso de espera”, diz Amorim. Ele diz que as diferenças “nem são tão grandes” e que é possível chegar a um acordo. O Peru anunciou a intenção de voltar ao bloco – do qual participou no início – na visita do ministro de Relações Exteriores do país, José Luiz Garcia Belaúnde ao Itamaraty, nesta sexta-feira. O chanceler peruano veio ao Brasil para preparar a visita do presidente do país, Alan Garcia, no início de novembro. |
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