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Atualizado às: 17 de março, 2006 - 12h47 GMT (09h47 Brasília)
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Siderúrgica européia pretende fazer nova oferta pela CSN, diz Independent
Jornais
A siderúrgica anglo-holandesa Corus pretende fazer uma nova oferta para uma fusão com a brasileira CSN, após uma tentativa frustrada há quatro anos, segundo uma reportagem publicada pelo jornal britânico The Independent nesta sexta-feira.

De acordo com o jornal, a companhia tenta com isso “garantir uma base de suprimento de baixo custo e ajudar a manter sua independência”.

“Qualquer acordo com a companhia brasileira envolveria provavelmente um acordo de parceria ao invés da compra simples da CSN por 2,7 bilhões de libras (cerca de R$ 9,7 bilhões) que a Corus tentou em 2002”, diz a reportagem.

O presidente da Corus, Philippe Varin, disse ao jornal que o Brasil é uma das regiões do mundo onde a companhia está interessada em se aliar com “um produtor de baixo custo para melhorar a eficiência do grupo”. As outras regiões, segundo ele, são a Índia e as ex-repúblicas soviéticas.

“Discussões exploratórias estão em andamento. Estamos prontos para entrar em parcerias locais quando necessário”, disse Varin ao Independent.

Protestos na França

Os protestos estudantis na França contra um projeto governamental que facilita a demissão de jovens em troca da facilitação da obtenção do primeiro emprego, que reuniram na quinta-feira mais de 250 mil pessoas, foram destaque nos principais jornais europeus desta sexta-feira.

“Com centenas de milhares de estudantes marchando pela França ontem, o governo ainda mantém suas armas”, diz uma reportagem de capa do francês Libération, sob o título “O grande bloqueio”.

Em seu editorial, o jornal diz que o primeiro-ministro Dominique de Villepin está “entrincheirado em suas incertezas”. “O golfo entre o país e o governo está se abrindo”, diz o texto.

O International Herald Tribune, jornal de propriedade do New York Times editado em Paris, diz em sua capa que “a França está nas ruas, mas isso não é 68”. “Mais uma vez, há grande ansiedade na França. Não é uma revolução. Não é uma repetição de 1968. Mas sim uma grande dose de drama político”, diz a reportagem.

O texto diz que “as imagens dos estudantes animados ocupando a Sorbonne – o foco da revolta de 1968 – na noite da última sexta-feira trouxeram de volta memórias daquele movimento jovem alegre e romântico de 38 primaveras atrás”.

“Mas isto não é maio de 1968. Aquele foi um tempo em que os sonhos dos estudantes e da revolta estudantil visavam transformar um sistema elitista e autoritário”, diz a reportagem. “Os objetivos dos estudantes desta vez são dramaticamente mais modestos. Eles querem a abolição da nova lei conhecida como ‘Contrato do Primeiro Emprego’.”

'Desconforto social'

Para o suíço Le Temps, “o combustível desta batalha é um profundo desconforto social por parte dos estudantes universitários e dos jovens”, dizendo que eles têm cada vez mais dificuldade de entrar no mercado de trabalho.

O jornal observa que a Suíça também sofre com o trabalho mal pago e com o alto desemprego entre os jovens.

O austríaco Der Standard, por sua vez, diz que os protestos são compreensíveis, mas mal direcionados.

Segundo o jornal, o projeto visa principalmente os jovens que vivem nos subúrbios pobres e que “permanecem excluídos da economia e da sociedade francesa”. “Mas agora, os estudantes de classe média estão se mobilizando contra ele”, diz o jornal.

Para o Der Standard, é compreensível que os jovens não queiram enfrentar um período de dois anos sem estabilidade no emprego, como prevê o projeto, mas argumenta que “sem o relaxamento das garantias trabalhistas, o crescente desemprego entre os jovens não poderá mais ser combatido”.

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