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'Financial Times': EUA aceleram planos para Cuba sem Fidel | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em um artigo na sua edição desta terça-feira, o jornal britânico Financial Times afirma que os Estados Unidos têm planos para a transição em Cuba, depois do fim do governo de Fidel Castro. O Financial Times afirma que um escritório especial para reconstrução foi aberto dentro do Departamento de Estado americano, preparando para o "dia seguinte", quando Washington vai tentar apoiar um governo democrático em Havana. A nova agência também envolve o Departamento de Defesa e reconhece que a transição em Cuba pode não ocorrer de forma pacífica. Segundo o jornal britânico, a cada seis meses o Conselho Nacional de Inteligência dos Estados Unidos revê uma lista secreta de 25 países nos quais a instabilidade pode levar a uma intervenção dos Estados Unidos. O escritório de reconstrução, chefiado por pelo ex-embaixador nascido em Cuba Carlos Pascual, estava se concentrando no Sudão, Haiti, Congo e Nepal. O jornal afirma que, em uma medida polêmica, Cuba foi adicionada a esta lista. Cúpula das Américas A 4ª Cúpula das Américas em Mar Del Plata, é o destaque dos jornais argentinos. O La Nación afirma em sua edição desta terça-feira que não se chegou a um acordo para o documento final da cúpula, marcada pelo forte esquema de segurança em Mar Del Plata e pelo atraso de uma hora no início dos debates. Segundo o jornal argentino, não ocorreram avanços nas negociações e a metodologia para a redação do documento é complicada. O jornal avalia ainda que será difícil chegar a um acordo até o final da cúpula, levando-se em conta a presença de adversários como o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e o da Venezuela, Hugo Chávez. O Clarin, por sua vez, destaca que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende levar o "sucesso da política econômica brasileira" para a cúpula. Telefónica na Grã-Bretanha O jornal britânico The Guardian fala sobre a trajetória da Telefónica, que comprou o controle acionário da sexta maior empresa de telefonia celular européia, a O2. O The Guardian conta como a Telefónica começou como uma estatal "mimada" pelo governo espanhol e acabou criando uma espécie de império no mundo todo. Além de operar em países como Brasil, Argentina e Chile, a Telefónica comprou em março a participação majoritária na companhia telefônica Cesky Telecom, na República Tcheca. A companhia espanhola ainda precisa enfrentar grandes empresas de telefonia móvel na Europa, segundo o jornal. Mas, seu presidente, César Alierta, quer que a Telefónica seja a maior companhia de telefonia integrada do mundo até 2008. Batalha ideológica Os jornais americanos The New York Times e Washington Post afirmam em artigos nesta terça-feira que a indicação de Samuel Alito para a Suprema Corte pode resultar em uma batalha ideológica. Segundo o The New York Times, horas depois do anúncio feito pelo presidente George W. Bush, os liberais já estavam com declarações prontas contra a indicação de Alito, afirmando que ele é uma ameaça ao direito ao aborto, às liberdades civis e ao controle de armas de fogo. Os conservadores, que preferiram não se pronunciar quando Harriet Miers foi indicada, desta vez aprovaram o nome. O The New York Times afirma, entretanto, que é preciso esperar para ver se a briga entre conservadores e liberais americanos a respeito da nomeação de Alito será grande. O Washington Post afirma que, enquanto os conservadores comemoravam a indicação de Alito, os liberais acusavam Bush de se submeter aos elementos mais extremos de seu partido. O Post lembra que Alito tem mais experiência que Miers, e partidários do novo nomeado afirmam que ele sempre se destacou como uma voz consistente a favor da interpretação mais rígida da lei. |
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