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Decisão sobre assessor de Bush não sai nesta sexta, diz 'NYT' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O anúncio de conclusões de um inquérito sobre o vazamento à imprensa do nome de uma agente da CIA (Agência de Inteligência americana), previsto para esta sexta-feira, é um dos destaques da imprensa dos Estados Unidos. O jornal The New York Times diz que Karl Rove, um dos principais assessores do presidente americano, George W. Bush, não deve ser indiciado nesta sexta-feira, mas deve continuar sob investigação. Por isso, o promotor do caso, Patrick Fitzgerald, deve estender o prazo do processo. O diário, porém, diz que Lewis Libby, chefe de gabinete do vice-presidente, Dick Cheney, deve ser indiciado nesta sexta-feira. O Washington Post diz, citando pessoas próximas a Rove, que Rove e Libby parecem mais preocupados em serem acusados de dar declarações falsas e acrescenta que Rove e sua equipe de defesa trabalharam para convencer o promotor Fitzgerald de que ele não cometeu perjúrio no caso. Um artigo no jornal LA Times, assinado por Jonathan Chait, vai mais longe ao afirmar que, depois da desistência de Harriet Miers, indicada por Bush para uma vaga na Suprema Corte americana, ficou claro que Rove é a pessoa que tem mais controle e influência sobre Bush Chait afirma que, "se Rove é o 'cérebro de Bush', então Bush não teria muito cérebro, e os republicanos não gostam desta idéia". O articulista afirma que as provas deste fato são inegáveis. Mas, segundo o articulista do LA Times, ironicamente, o fato de que Rove está enfrentando este processo está levando alguns dos mais ferrenhos aliados de Bush a finalmente admitirem a influência de Rove na presidência americana. Ainda em uma alusão à desistência de Miers, o The New York Times diz que esta foi a pior semana política para Bush até agora em seus dois mandatos, mesmo quando comparada à semana em que os Estados Unidos sofreram os ataques em setembro de 2001. Aftosa e Cúpula Européia Em sua edição desta sexta-feira, o jornal argentino Clarín relata como é feito o controle da febre aftosa nos 24 quilômetros de fronteira seca entre a Argentina e o Brasil. Segundo o Clarín, a área próxima do Estado do Paraná é "vigiada com zelo", pela polícia e pelo Senasa, o Serviço Nacional de Sanidade de Qualidade Agroalimentícia, mesmo que o Brasil ainda não tenha confirmado oficialmente nenhum caso de aftosa no Estado. Mas, mesmo com todo o cuidado, o chefe de polícia responsável pela patrulha no local, Angel Oscar Mungai, admitiu ao Clarín que é muito difícil ter um controle total pois "há mais de cem atalhos para se ir de um país ao outro". O jornal espanhol El País afirma que os líderes europeus "suavizaram suas diferenças a respeito da globalização", durante a Cúpula da União Européia, realizada na quinta-feira no palácio de Hampton Court, nos arredores de Londres. Segundo o El País, o presidente espanhol relatou que a cúpula ocorreu em uma "clima muito positivo", visão também do presidente da Comissão Européia. Mas, o presidente francês, Jacques Chirac, manifestou menos entusiasmo e otimismo, afirmando que seu país "não daria nenhum outro passo" para reduzir os subsídios agrícolas. Meirelles e Maradona O jornal britânico The Independent reserva duas páginas em seu caderno de cultura desta sexta-feira para uma entrevista com o cineasta Fernando Meirelles, antes do lançamento do filme O Jardineiro Fiel na Grã-Bretanha, que deve ocorrer no dia 11 de novembro. O jornal começa falando que a união das frias histórias de espionagem de John Le Carré, autor do livro no qual o longa foi baseado, com o diretor de Cidade de Deus foi surpreendente. Mas, para o jornal, este pode ser o segredo do sucesso do filme entre os críticos do mundo todo. O The Independent destaca que Meirelles resolveu se livrar de todos os conflitos de classe, que tinham tanto destaque e importância no livro do escritor britânico, e levou sua câmera para as favelas do Quênia. Meirelles, na entrevista, afirma que a chance de abordar a questão das grandes indústrias farmacêuticas internacionais foi o que o levou a aceitar o projeto. O jornal britânico The Guardian traz um relato de como o craque argentino, Diego Maradona, em seu novo papel de apresentador de talk-show, foi a Cuba, para uma polêmica entrevista com o presidente Fidel Castro. O jornal relata o tratamento médico que Maradona fez em Cuba e destaca os nomes famosos que já passaram por seu programa, incluindo Pelé. |
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