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FMI: 'Crise não afeta crescimento econômico do Brasil' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Para o diretor do Departamento de Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), Anoop Singh, a atual crise política no Brasil ainda não afetou o crescimento econômico do país. Singh disse nesta sexta-feira que a situação econômica do Brasil está bastante consolidada e que a previsão de crescimento para o segundo semestre é ainda maior. No relatório Panorama Econômico Mundial, divulgado nesta semana em Washington, o FMI revisou suas previsões feitas em abril para o Brasil e outros países do mundo. O Fundo Monetário estima que o país cresça 3,3% em 2005, contra uma previsão anterior de expansão de 3,7%. Na opinião do economista, a justificativa para a revisão para baixo do índice está relacionada aos riscos enfrentados pela economia global como um todo e não pela crise política enfrentada pelo governo. Reformas Singh elogiou as políticas do atual governo nesta área. Em entrevista coletiva à imprensa sobre a América Latina, ele afirmou que a previsão do desempenho econômico do Brasil para o ano está acima das médias de anos anteriores. "O Brasil está crescendo apoiado em uma política econômica de bases sólidas e esse desempenho só poderá ser sustentado caso as reformas necessárias sejam implementadas", disse. Questionado se o desempenho brasileiro não teria deixado a desejar em relação ao desempenho da América Latina como um todo, Singh afirmou que a comparação não é pertinente. Para ele, apesar de a região ter previsão de expansão maior do que a do Brasil (4,1%) para 2005, o foco da análise brasileira deve ser o de que o país atingiu um pico de crescimento nos últimos tempos. |
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