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Disputa acirrada prorroga campanha na Alemanha | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Na véspera das eleições na Alemanha, os dois candidatos principais rompem a tradição e fazem campanha para tentar conquistar os votos dos indecisos. O dia que antecede a votação é geralmente tratado como um dia de reflexão. Este ano, entretanto, a disputa está tão acirrada que os principais partidos políticos do país resolveram estender a campanha em um dia. Acredita-se que cerca de 25% do eleitorado ainda não decidiu em quem vai votar. Reformas A última pesquisa de opinião ainda coloca os partidos de centro-direita, liderados por Ângela Merkel, na liderança com cerca de 51% das intenções de voto. O partido Social Democrata do atual chanceler, Gerhard Schroeder, vinha fazendo progressos nessa etapa final da campanha. Analistas dizem que Merkel poderia ter que formar uma coalizão com os Social Democratas se ela e seus aliados não conquistarem a maioria. Os partidos de centro-direita têm criticado o governo no combate ao desemprego e prometeram profundas reformas econômicas. Pressão Se eleita, Merkel se tornará a primeira mulher chefe de Estado na Alemanha. Os Social Democratas dizem que suas reformas finalmente vêm apresentando resultado. Na sexta-feira, Schroeder disse que os alemães devem decidir pelo candidato "capaz de suportar a pressão externa e se representar os melhores interesses da Alemanha". Na eleições de 2002, sua resistência à guerra do Iraque lhe rendeu votos. |
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