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José Dirceu faz 1 a 0 no PT, diz 'Página 12' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal argentino Página 12 afirma nesta terça-feira que o deputado José Dirceu fez “1 a 0” no PT com a desistência do presidente interino do partido, Tarso Genro, de concorrer ao cargo. “Apesar das denúncias que pesam sobre ele, sua possível destituição da Câmara dos Deputados e o desprestígio que soube obter nos últimos meses, Dirceu saiu como ‘vencedor’ no abalado Partido dos Trabalhadores”, diz a reportagem. O jornal ressalta que Genro, o “perdedor” na disputa, havia recebido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a missão de “colocar o partido em ordem”. “Ontem, com sua renúncia, Genro tornou público o que já se estava vendo e que a oposição vinha denunciando: não há vontade política dentro do PT para ‘fazer limpeza’ e recuperar a confiança”, diz o texto. Outro diário argentino, o La Nación, afirma que as divergências no interior do PT “ficam cada vez mais sérias” após o episódio. O jornal prevê que a permanência de Dirceu nos quadros do grupo moderado do partido vai fortalecer a campanha da esquerda para recuperar o controle do PT. Coelho e pau-rosa O escritor Paulo Coelho lamenta em entrevista ao The New York Times que nos Estados Unidos é “um grande sucesso, mas não uma celebridade”. “Não sou nos Estados Unidos o que sou na França, Espanha ou Alemanha”, diz o autor de O Zahir, que será publicado no mês que vem no mercado americano. Ele afirma que jamais conseguiu “passar a barreira da imprensa” nos Estados Unidos, onde O Alquimista, segundo o jornal, é o único best-seller do autor. O The New York Times também fala nesta terça-feira da transformação do pau-rosa “de uma árvore como qualquer outra da Amazônia a uma espécie que corre risco de extinção” – graças à sua popularidade entre os fabricantes de perfume. “A demanda pelo óleo (do pau-rosa) ultrapassa em muito a sua oferta legal, e muitos fabricantes de fragrâncias vão pagar praticamente qualquer coisa para colocar as mãos no produto”, diz a reportagem. Lêmures, coalas e hienas Por sua vez, o britânico Daily Mail descreve um estudo que compara o comportamento das pessoas que trabalham em escritórios com as dos animais na natureza. A maior parte dos funcionários – 52% -, segundo o estudo, age como “lêmures” – são ambiciosos e energéticos, mas, apesar de buscarem promoções rápidas, são apreciados e respeitados por seus colegas. Um terço foi enquadrado na categoria dos “coalas” – sujeitos que ficam na sua, não perdem a calma em momentos difíceis, não fazem horas extras e nem buscam promoções. Outros 15% são qualificados de “elefantes”, que estão há muito tempo no trabalho e são confiáveis e competentes, mas contrários a mudanças. O grupo mais competitivo e agressivo, contabilizando 5% das pessoas que trabalham em escritórios, é o das “hienas”, que trabalham quantas horas forem necessárias para conseguirem promoções, são eficientes e, apesar de parecem trabalhar em equipe, na verdade tendem a se isolar de seus colegas, segundo o estudo detalhado pelo Daily Mail. Como um gol anulado E o The Times, também de Londres, diz que está sendo publicado na Grã-Bretanha um livro que procura explicar para as mulheres os atrativos do futebol. Para tanto, busca exemplos no que os autores consideram ser o universo feminino. O jornal reproduz a explicação da regra do impedimento favorecida pelo livro: “Você vê um par de sapatos que você tem que comprar em uma loja. Uma amiga sua está com a sua carteira e alguém mais viu os sapatos. Você tem que chegar ao balcão e pagar pelos sapatos antes dessa pessoa. Você passa pela outra garota que quer os sapatos e chega ao balcão. Você espera na frente da fila para que sua amiga lhe jogue o dinheiro. Sua amiga lhe passa a carteira. Você faz o pedido dos sapatos e entrega o dinheiro. Revolta generalizada porque você desrespeitou as regras de etiqueta da loja. Impedimento. Nada de sapatos.” Para evitar isso, explica o livro, a cliente teria que pegar a carteira antes de passar a rival e ultrapassá-la na corrida antes de chegar ao balcão. Simples como a regra do impedimento. |
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