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Europeus fazem silêncio para lembrar atentados em Londres
Taxistas e populares fazem silêncio em Londres
Taxistas e pedestres fizeram silêncio nas ruas de Londres
Um período de dois minutos de silêncio foi observado nesta quinta-feira em Londres e em outras cidades européias para prestar homenagem às vítimas dos atentados da semana passada na capital britânica.

A homenagem começou às 12h, horário londrino (8h em Brasília).

Estações de trem e de metrô ficaram em silêncio, ônibus e táxis encostaram no acostamento e normalmente movimentadas ruas comerciais ficaram paradas durante a homenagem.

A rainha Elizabeth 2ª observou os dois minutos de silêncio no Palácio de Buckingham, e o primeiro-ministro Tony Blair em sua casa em Downing Street.

O prefeito de Londres, Ken Livingstone, compareceu a uma aglomeração na Trafalgar Square, uma das principais praças do centro da cidade, ao lado de líderes religiosos e integrantes da equipe que conseguiu levar as Olimpíadas de 2012 para a capital britânica.

Os ataques, que mataram pelo menos 52 pessoas, incluindo os quatro supostos autores, e feriram cerca de 700, ocorreram há exatamente uma semana.

Instituições financeiras na Alemanha, Suíça, Irlanda, Polônia, Noruega e outros países também anunciaram que prestariam a homenagem.

A BAA, operadora dos aeroportos de Heathrow e Gatwick, em Londres, afirmou que tentaria assegurar que não fossem realizados pousos ou decolagens dos dois locais durante os dois minutos de silêncio.

No final da tarde, milhares de pessoas são esperadas na praça Trafalgar para uma homenagem às equipes de resgate e paramédicos que participaram dos trabalhos de resgate no dia dos ataques.

Suspeitos

Investigadores acreditam que identificaram os quatro homens que morreram executando os ataques da última quinta-feira, os primeiros ataques suicidas registrados na Grã-Bretanha.

Suspeitos dos ataques
Shehzad Tanweer: 22 anos, nasceu em Bradford, morava em Leeds. Estudou religião no Paquistão. Pistas ligariam ele à explosão na estação de metrô de Aldgate.
Hasib Mir Hussain: 18 anos, morava em Leeds. Teria desaparecido no dia dos ataques. Afirma-se que se transformou em uma pessoa muito religiosa há dois anos. Identidade encontrada no ônibus número 30, que explodiu no centro da cidade.
Mohammed Sadique Khan: 30 anos, também de Leeds, recentemente se mudou para Dewsbury, casado, um filho. Identidade encontrada no local da explosão da estação de Edgware Road.
Quarto suspeito: ainda não se sabe sua identidade. Acredita-se que seja amigo dos outros três e more na mesma área.

Eles acreditam que pelo menos três dos suspeitos são cidadãos britânicos, de origem paquistanesa.

No momento a investigação se concentra na busca por um quinto homem, que não teria morrido, mas, segundo os investigadores, teria planejado os ataques.

A polícia também está tentando identificar qualquer outra pessoa que possa ter envolvimento nos atentados.

Uma fonte dos serviços de segurança disse ao repórter da BBC Rory MacLean que os autores dos atentados eram “munição dispensável de uma arma terrorista”.

Peritos também estão examinando uma casa em Aylesbury, no noroeste de Londres, que foi examinada também pelo esquadrão antiterror britânico na noite da quarta-feira.

Até agora não foram encontrados explosivos na casa e nenhum outro suspeito foi preso.

Charles faz apelo

O príncipe Charles, herdeiro do trono britânico, fez um pedido para que “todo muçulmano de verdade” ajude a revelar pessoas que pregam o extremismo.

Em artigo publicado no jornal Daily Mirror, ele disse que uma “influência maligna” parece ter sido exercida sobre os ataques da semana passada em Londres.

O príncipe de Gales também afirmou que integrantes de outras comunidades devem resistir à tentação de condenar os muçulmanos por causa das ações de uma minoria.

“Isto é uma perversão das tradições do islamismo”, disse Charles.

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Nacionalidade de suspeitos por atentado testa coesão social.
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