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Londrinos ainda procuram por desaparecidos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Meio-dia desta sexta-feira feira. Na porta do hospital da University College London, Brigit andava com uma fotografia na mão tentando convencer jornalistas a divulgá-la. É a foto da cunhada dela, Laura Webb, de 30 anos, que estava no trecho do metrô que explodiu em Edgware Road e não deu notícias à família depois dos atentados. Brigit já percorreu vários hospitais de Londres, mas até aquele momento ainda não havia conseguido notícias. Não é a única. Em busca de informações, muitos parentes de desaparecidos têm feito uma verdadeira maratona. Tablóides Capas de tablóides e site da internet também trazem fotos de pessoas desaparecidas depois dos ataques. Hoje, uma entrevista coletiva da Política Metropolitana de Londres aumentou a angústia de famílias como a de Laura, ao dizer que ainda há corpos a serem retirados dos escombros dos vagões do metrô. A polícia também informou que, das aproximadamente 700 pessoas que ficaram feridas por causa dos ataques, cerca de 300 não precisaram ser hospitalizadas. Uma morreu depois de ser atendida e ainda há 22 em estado gravíssimo, com perdas de membros e queimaduras profundas. A assessoria de imprensa do hospital da University College London disse à BBC Brasil que os pacientes internados lá têm idades variadas, a partir dos 18 anos. |
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